quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Da janela:


Já que o amor insiste em nascer, além da paixão, faço dele então objeto de estudo. Observo, analiso e me espanto. E para mim, em concordância com o Gullar, a poesia nasce sempre do espanto..

Um comentário:

  1. É verdade querida, o que seria da poesia sem o amor?

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Desabafe! rs